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Os efeitos do calor em um país precário

Imagem por Paula França

O Rio de Janeiro já amanheceu quente. Santa Cruz, bairro da Zona Oeste, acordou nesta terça-feira (05) com a sensação térmica de 43,5°C. Com as altas temperaturas, que são cada vez mais frequentes, tornam-se altas também as chances de problemas de saúde como o câncer de pele, desidratação e até mesmo arritmia cardíaca.

Uma boa dica para lidar com o calor escaldante da cidade é a manutenção de um hábito muitas vezes ignorado pelos brasileiros: beber água. Em pesquisa realizada no ano de 2017, o consumo de água pelos brasileiros era de 33%, o que é preocupante em um país tropical e que costuma ter altos índices de calor. 

Mais uma dica, tanto para ir a praia, tanto para andar por aí, é o uso do protetor solar para evitar o câncer de pele - todo ano o INCA (Instituto Nacional do Câncer) registra um número elevado de casos no país. É preocupante, pois com a precariedade dos postos públicos de saúde e a falta de informações, a população segue prejudicada e os resultados são desastrosos. 

Refeições e roupas leves, cuidados com a exposição no sol e hidratação fazem toda a diferença para os brasileiros suportarem as ondas constantes de calor. O Estado, por sua vez, deve utilizar suas plataformas para orientar e incentivar políticas públicas que resguardem a população e, ao mesmo tempo, investir em postos de saúde com maior estrutura para o oferecimento de produtos e atendimento eficaz. Assim, o calor incômodo pode se tornar mais suportável e a cidade mais saudável. 

Fontes: Veja; Terra; O Imparcial.

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