O Brasil é segundo país do continente americano que mais produz lixo eletrônico, atrás somente dos Estados Unidos, de acordo com dados do Global E-waste Monitor. O relatório internacional, que usa dois mil e dezesseis como ano base, mostra que o Brasil gerou um milhão e meio de toneladas de lixo eletrônico.
Elaborado pela Universidade das Nações Unidas em parceria com a União Internacional das Telecomunicações e a Associação Internacional de Resíduos Sólidos, a pesquisa aponta que boa parte desse lixo não é reciclado, sendo despejado inadequadamente no meio ambiente.
Segundo o empresário Caio Miranda, CEO da TechTrash, empresa especializada em reciclagem de lixo eletrônico, somente 7% desses materiais descartados no Brasil são reciclados, o que demonstra uma relação desequilibrada entre produção e reciclagem destes produtos no país.
- O descarte correto ainda é um grande desafio para a sociedade, já que apenas 13% das cidades no Brasil possuem um serviço destinado para este fim. Mas há como achar soluções para as quase 2 mil toneladas de lixo eletrônico produzido por ano no país. Por exemplo. procurar os próprios fabricantes ou empresas especializadas - afirmou Miranda, que destacou ainda a existência de cerca de 100 pontos espalhados somente no Rio de Janeiro, sede de sua empresa, com esta finalidade.
Ainda assim, o profissional considera o número insuficiente para atender toda a demanda produzida, destacando a baixa oferta de serviços ligados a reciclagem de lixo eletrônico e a consequente falta de informação como alguns dos principais motivos para o baixo reaproveitamento destes materiais no Brasil.
- As pessoas querem praticidade, resolver o problema. Mas muitas não sabem como realizar o descarte correto destes produtos. É justamente essa luz que buscamos acender junto à população, seja por meio de palestras e ações em diferentes pontos da cidade, seja por meio da disponibilização de canais para que a nossa própria empresa realize este serviço. Esta é a facilidade que a pessoa quer: ser algo simples e sem custo - destacou o CEO da TechTrash.
O relatório do Global E-waste Monitor destacou ainda que a produção global de lixo eletrônico deve superar a marca de cinquenta milhões de toneladas por ano até dois mil e vinte um, o que representa um aumento de dezessete por cento em relação a dois mil e dezesseis.
Elaborado pela Universidade das Nações Unidas em parceria com a União Internacional das Telecomunicações e a Associação Internacional de Resíduos Sólidos, a pesquisa aponta que boa parte desse lixo não é reciclado, sendo despejado inadequadamente no meio ambiente.
Segundo o empresário Caio Miranda, CEO da TechTrash, empresa especializada em reciclagem de lixo eletrônico, somente 7% desses materiais descartados no Brasil são reciclados, o que demonstra uma relação desequilibrada entre produção e reciclagem destes produtos no país.
Caio Miranda e uma das coletoras de resíduos eletrônicos produzidos pela TechTrash (Foto: Divulgação)
- O descarte correto ainda é um grande desafio para a sociedade, já que apenas 13% das cidades no Brasil possuem um serviço destinado para este fim. Mas há como achar soluções para as quase 2 mil toneladas de lixo eletrônico produzido por ano no país. Por exemplo. procurar os próprios fabricantes ou empresas especializadas - afirmou Miranda, que destacou ainda a existência de cerca de 100 pontos espalhados somente no Rio de Janeiro, sede de sua empresa, com esta finalidade.
Ainda assim, o profissional considera o número insuficiente para atender toda a demanda produzida, destacando a baixa oferta de serviços ligados a reciclagem de lixo eletrônico e a consequente falta de informação como alguns dos principais motivos para o baixo reaproveitamento destes materiais no Brasil.
- As pessoas querem praticidade, resolver o problema. Mas muitas não sabem como realizar o descarte correto destes produtos. É justamente essa luz que buscamos acender junto à população, seja por meio de palestras e ações em diferentes pontos da cidade, seja por meio da disponibilização de canais para que a nossa própria empresa realize este serviço. Esta é a facilidade que a pessoa quer: ser algo simples e sem custo - destacou o CEO da TechTrash.
O Clube de Regatas do Flamengo é um dos parceiros que utilizam os serviços da TechTrash (Foto: Divulgação)
O relatório do Global E-waste Monitor destacou ainda que a produção global de lixo eletrônico deve superar a marca de cinquenta milhões de toneladas por ano até dois mil e vinte um, o que representa um aumento de dezessete por cento em relação a dois mil e dezesseis.