O desmatamento da Amazônia alcançou o índice de 96% segundo dados do sistema Deter (Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real) do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) em setembro de 2018. Isso prova, cada vez mais, que o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles não sabe o que está fazendo, nem tampouco conhece a importância do ministério do qual está a frente. O alerta precisa ser ligado, mais do que nunca, e políticas ambientais precisam ser colocadas em prática para que isso não destrua um dos bens mais preciosos do Brasil, a Mata Atlântica, presente não somente na região Amazônica.
Desde que tomou posse, o presidente Jair Bolsonaro em suas medidas destrutivas em relação ao meio ambiente, e ao Brasil em geral, fez que o recorde de desmatamento fosse o mais grave nos meses de julho, agosto e setembro desde 2015. Somente no mês de setembro deste ano, 1.447 Km² de floresta foram devastados. Este número é muito alto diante das condições de práticas de políticas ambientais que o país tem no campo teórico.
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| Desmatamento na Amazônia (Foto: Daniel Beltrá - Greenpeace) |
Essas informações sobre o desmatamento foram contestadas pelo ministro do meio ambiente Ricardo Salles, segundo uma reportagem da Folha da Folha de S. Paulo. O presidente do Inpe Ricardo Galvão acabou exonerado no dia 2 de agosto. Tudo isso, resultado de um país com o principal governante inapto, sem estrutura política e, sobretudo, psicológica para levar o país adiante, que não tem capacidade para propor soluções, e encontra as piores formas de resolver os problemas.
Fontes: Inpe - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
Deter - Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real
